Postado em 6 de outubro de 2008
Texto sugerido por: Maria de Fátima de Oliveira*
Ele quase não viu a senhora que estava com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho.
Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, a mulher ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudá-la durante a última hora. Ele iria ‘aprontar’ alguma? Não parecia ser de confiança, parecia pobre e faminto.
Ele pôde perceber que ela estava com muito medo e disse: “Eu estou aqui para ajudar, senhora. Por que não espera no carro? Lá deve estar mais quente. A propósito, meu nome é Brian”.
Bem, o problema dela era um pneu furado. Mas, para uma senhora, aquilo era o bastante. Brian abaixou-se, colocou o macaco, levantou o carro e começou a trocar o pneu. No final de todo, ele estava um tanto sujo e havia machucado uma das mãos. Enquanto apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e só estava de passagem por ali, não sabendo como agradecer pela preciosa ajuda. Brian apenas sorriu enquanto se levantava. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 de fevereiro de 2008
Maria de Fátima *
Em certa região, havia uma praia que funcionava como estrada, ligando os povoados litorâneos com a sede do município. Na maré seca, por ali passavam pessoas a pé ou a cavalo, e até veículos motorizados.
Em determinado trecho, porém, erguia-se uma elevação, mistura de rochas e falésias, que exigia cuidados. Havia duas pedras no caminho, que se abriam como passagem. Mas nunca com a maré alta. Era preciso esperar que as águas recuassem, abrindo o espaço necessário para a travessia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 de fevereiro de 2008
Maria de Fátima
Era uma vez uma pequena lagarta, que vivia feliz sobre uma folha aveludada e fofa, parte de uma árvore frondosa e muito verde. Naquela folha a lagartinha se sentia segura e acolhida, alimentada e bem-vinda.
Um dia, porém, não se sabe como, desabou uma tempestade tão forte sobre a floresta que a árvore foi atingida em cheio, e a largatinha foi jogada longe, bem longe de seu habitat. Lançada ao chão, quase se espatifa sobre a dureza das raízes… Arrastando-se como pôde, encostou-se na haste de um galho seco que jazia no solo, também ele derrubado pela força dos ventos… Leia o resto do artigo »
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