Blog do Desemprego Zero

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Exército tira transposição do Rio São Francisco do papel

Postado em 11 de agosto de 2008

Por Katia Alves

Depois de nove meses de trabalho, os dois batalhões de engenharia e construção que estão na área já concluíram cerca de um terço das obras a cargo do Exército.

Os protestos contra a transposição acabaram por vários motivos: o Supremo Tribunal Federal (STF) cassou todas as liminares concedidas por juízes de primeira instância que impediam o início das obras; presença dos militares ajudou a dar credibilidade ao projeto e há quem acredite que a morte do senador Antonio Carlos Magalhães (DEM), ex-governador da Bahia e ferrenho adversário da transposição, também tenha aplacado os protestos contra o projeto.

Publicado no O Estado de S. Paulo

A igrejinha branca e azul nos arredores de Cabrobó (PE), onde o bispo d. Luiz Flávio Cappio, em 2005, fez a primeira greve de fome contra a transposição do Rio São Francisco, está fechada. Na região, não há mais manifestações contrárias à obra, e os tratores de esteira e as escavadeiras do Exército rasgam o sertão em ritmo acelerado, começando a abrir os dois canais que vão levar água do “Velho Chico” para as bacias hidrográficas do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba e do agreste de Pernambuco.

Depois de nove meses de trabalho, os dois batalhões de engenharia e construção que estão na área já concluíram cerca de um terço das obras a cargo do Exército. Nada menos do que 1,6 milhão de metros cúbicos de terra, rochas e outros sedimentos já foram escavados - o que equivale a 18 Maracanãs cheios.

Os protestos contra a transposição acabaram por vários motivos. Em primeiro lugar, o Supremo Tribunal Federal (STF) cassou todas as liminares concedidas por juízes de primeira instância que impediam o início das obras. Além disso, a presença dos militares ajudou a dar credibilidade ao projeto. “A estratégia de começar as obras com o Exército foi muito boa”, admitiu o padre Ceslau Broszecki, da Diocese de Cabrobó. “Aqui tudo se acalmou, ninguém fala mais nada (contra a transposição)”, disse o padre. Leia o resto do artigo »

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Transpor água em forma de energia de Tucuruí para o Semi-árido. Qual o motivo da irracionalidade anti- Tranposição do São Francisco?

Postado em 6 de abril de 2008

Publicado no Blog do Alê (clique aqui)

Agencia Estado - O reservatório de Tucuruí, no Pará, verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que corresponde a quase metade da água que está chegando à hidrelétrica, que somou 27.925 metros cúbicos por segundo.

O volume vertido, ou seja, a água liberada pela hidrelétrica sem passar pelas turbinas e sem gerar energia elétrica, supera o volume registrado pela hidrelétrica de Itaipu, a maior usina do mundo, e que responde por cerca de 20% de toda a energia elétrica consumida no Brasil. Ontem, ainda segundo o ONS, o volume de água que chegou em Itaipu somou 10.293 metros cúbicos por segundo, com a liberação de 11.061 metros cúbicos por segundo. A diferença resulta de água que estava armazenada previamente no reservatório.

O desperdício da água em Tucuruí “sempre ocorre” nessa época do ano, já que o reservatório não tem como armazenar o volume de água que chega à usina, segundo um técnico do setor. “A diferença este ano é que está ocorrendo mais tarde, já que houve atraso no início das chuvas. Mas infelizmente isso vai se repetir enquanto não forem construídos novos reservatórios na região, que possam regularizar o fluxo de água, como ocorre nas bacias da região Sudeste”, explicou um técnico do setor.

O reservatório de Tucuruí já está em 94,55% da capacidade máxima de armazenamento, mesmo com o ONS tentando aproveitar o maior volume de água, fazendo transferências maciças de energia elétrica para outras regiões, especialmente o Nordeste. Ontem, por exemplo, foram transferidos o equivalente a 3.408 megawatts (MW) médios, dos quais 2.573 MW médios para o Nordeste e 835 MW médios para o Sudeste. “Se fosse possível aproveitar melhor essa água, poderíamos reduzir a geração das térmicas”, lamentou o técnico.

Eu queria destacar um outro ponto relacionado à essa matéria. Como destacado, a represa de Tucuruí verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo. Essa quantidade de água representa o que a Transposição do Rio São Francisco vai tirar (vazão segura de 26m3/s) do rio São Francisco em 476 dias (12.387/26). Ou seja, em um dia Tucuruí verteu o suficiente para transferir, em forma de energia, mais de um ano de Integração das Bacias. Sem precisar tirar uma gota sequer de outros usos no rio São Francisco.

Isso significa que as águas transpostas para o Nordeste Setentrional podem ser, mesmo em períodos críticos, facilmente substituídas pela energia transposta de Tucuruí.

Clique na figura para aumentá-la

A CHESF, operadora das usinas do rio São Francisco, pode sem nenhum prejuízo, deixar de produzir o equivalente a 26m/3 de energia para importá-la de Tucuruí. Isso representa em torno de 75 MW. E como vimos na matéria acima, o sistema integrado enviou 2.573 MW médios para o Nordeste.

Qual é a lógica dessa resistência em ceder 26m3/s?

Tem chovido muito no Nordeste esses dias. Uma medida clara do volume, é que ontem (3/4) o rio São Francisco recebeu somente no trecho entre Sobradinho e Luiz Gonzaga (Itaparica), 3.263m3/s. Hoje na foz no rio, estariam jorrando 7.230m3/s de água, mas na prática devem estar jorrando uns 1.100m3/s, a diferença está sendo armazenada nas represas a montante.

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Solução do semi-árido nordestino está na gestão da água. Mas para isso é necessário a Transposição do São Francisco?

Postado em 26 de março de 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Este blog se propõe a ter o maior conjunto de artigos de debates sobre a transposição do São Francisco. Somos a favor, mas colocaremos todos os artigos que sugerirem, sejam eles contra ou a favor.

Nesse espírito, envio o artigo abaixo contrário à Transposição. Mais uma vez baseiam a argumentação pelo romantismo retrogrado que ver o sertanejo sempre com aquele terninho de couro caçando cabras e calangos no sertão.

Romantismo para os outros, porque esses defensores da “vida simples do sertão” adoram ter água encanada, luz elétrica, máquina de levar, geladeira, computador, automóvel, celular, dinheiro para viagens no exterior, etc. E não comem calango nem amarrados.

Nós do Desemprego Zero acreditamos que o sertanejo tem o direito de ter uma vida assim também, se quiser, e que não precisa emigrar para o Rio ou para São Paulo para poder lutar por isso.

Esse artigo é um dos melhores que eu vi contrários à Transposição, pois coloca alguns argumentos técnicos. O primeiro é que o Nordeste já tem muitos açudes. O segundo é que existem plantas e animais resistentes à seca que poderiam ser melhor utilizados.

Vamos à realidade:

  • 1) Como o Carlos Lessa disse no debate que ele fez com o César Benjamin na ABI, esses estoques de água em açudes têm Leia o resto do artigo »

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DEBATE IMPERDÍVEL sobre a Transposição do São Francisco!! CARLOS LESSA (a favor) X CÉSAR BENJAMIN (contra)

Postado em 7 de março de 2008

Na próxima segunda-feira (10/03/2008), o professor Carlos Lessa (a favor) e o Cesar Benjamin (contra) debaterão sobre a transposição das águas do rio São Francisco.

O evento será no MODECON (Movimento em Defesa da Economia Nacional), dia 10/03/2008, às 17:30 horas, no 7º andar do prédio da ABI - Associação Brasileira de Imprensa, na Rua Araújo Porto Alegre, 71, No RIO DE JANEIRO

POSIÇÃO DO CÉSAR BENJAMIN

POSIÇÃO DO LESSA

POSIÇÃO DA MAIORIA DE NOSSA EDITORIA

maior conjunto de artigos e debates do Brasil sobre  *** TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO ***

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Vídeo do You Tube: Ciro Gomes X Letícia Sabatella e Bispo Dom Cappio no Congresso Nacional.

Postado em 24 de fevereiro de 2008

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=MUaoTM2Oz9E]

LEIA SOBRE OS ASPECTOS TÉCNICOS E MERITÓRIOS DO PROJETO      *** clique aqui ***

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Miguel Nicolelis: Pode o Nordeste vir a ser a Califórnia? Flor de Cactos

Postado em 22 de fevereiro de 2008

Pode o Nordeste vir a ser a Califórnia brasileira ? Fosse esta a afirmação
do vulgo da esquina, seria motivo de deboche… Mas sendo a opinião de um
dos maiores cientistas brasileiros, a proposição merece ser examinada com o
devido cuidado.

Flor de cactos, artigo de Miguel Nicolelis (Carta Capital, 7/2)

“Em bom português, para quem tem olhos e quer ver, o Nordeste pode e tem
tudo para se transformar na nossa Califórnia”

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SÃO FRANCISCO: o debate tem que ser sério

Postado em 19 de fevereiro de 2008

Blog do Zé Dirceu

A transposição das águas do São Francisco para o Nordeste Setentrional volta a ser manchete e a ocupar as primeiras páginas dos jornais, hoje, em função de debate promovido pelo Senado. O encontro  contrapôs, de um lado, a favor, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) - ministro da Integração Nacional quando o atual projeto começou a ser viabilizado; do outro, contra, um grupo de artistas e o bispo de Barra (BA), dom Luiz Cappio.

Acho lamentável que a mídia explore, hoje, apenas a veemência verbal do deputado e o lado emocional dos artistas e do bispo. Teria sido importante abordar, em todos os seus detalhes, a história do projeto e os dados técnicos e sociais que justificam a realização da obra.

Na penúltima semana de dezembro, publiquei neste blog, entrevista (clique para ler) que fiz com Ciro Gomes, da qual utilizo hoje para a melhor compreensão do leitor sobre esta transposição. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 15 de fevereiro de 2008

Léo Nunes - São Paulo

Brasil

Dois fatos movimentaram o país nesta semana. O primeiro deles foi a possível criação de uma CPI para investigar a utilização de cartões corporativos por autoridades ligadas ao governo federal. Como resposta, o PT pressiona para a criação de uma CPI, na Assembléia do estado de São Paulo, que investigue a utilização destes mesmos cartões pelo governo Serra. Nos bastidores, governo e oposição tentam chegar a um acordo. Talvez porque não haja muito santo nesta história.

O Senado promoveu, nesta quinta-feira, uma sessão para discutir o projeto de transposição do Rio São Francisco. De um lado, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) e o ministro da Integração Regional, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), defenderam o projeto do governo. Do outro lado, diversos artistas criticaram e bateram boca no plenário (clique aqui para ler mais).

Economia

No plano econômico, destaque para a nossa “ilustre” classe rentista. Nesta semana, Itaú e Unibanco anunciaram lucros recordes. Enquanto o Unibanco atingiu a marca de R$ 3,44 bilhões (crescimento de 97% entre 2006 e 2007), o Itaú bateu R$ 8 bilhões. Como se vê, o governo Lula continua atuando como o Robbin Hood às avessas.

Internacional

Nas eleições americanas, as coisas estão ficando quentes. Os Republicanos estão praticamente fechados em torno do senador Jonh MacCain. Já os Democratas seguem divididos entre os senadores Hillary Clinton e Barack Obama. Hillary era a favorita, mas Obama tem demonstrado um discurso inteligente e progressista, o que pode colocar em xeque a candidatura da ex-primeira dama.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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ATORES da GLOBO CHORAM no SENADO FEDERAL com BISPO Cappio da GREVE de FOME para tentar barrar a obra da TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO

Postado em 15 de fevereiro de 2008

   Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Chorar e fazer greve de fome foram as formas encontradas por aqueles que são contra a obra. Ora, apesar da mídia oligopolista, estamos em uma democracia. Chorar e fazer greve de fome são tentativas de comover as pessoas antes de passar a elas as razões de ambos os lados.

Chorar em uma audiência pública onde deve prevalecer o debate racional e fazer greve de fome são atitudes anti-democráticas. É interceder o debate aberto. Evitar o debate é impor a própria opinião. Autoritarimente.

Esse Bispo e a Letícia Sabatella têm todo espaço do mundo para colocar seus argumentos, porque a imprensa é contra a obra e contra o governo. Já colocaram esses argumentos e foram vencidos pela realidade. Os argumentos não se sustentam (clique aqui). Segundo reportagem da folha que segue abaixo, o Bispo e a Atriz repetiram no Senado que o “problema da Transposição é que ela vai favorecer empresas” e não apenas servir como água para beber. Se isso for um argumento, é tão falso como a “epidemia de febre amarela da Eliane Catanhedê” e os “Cartões corporativos hiper-transparentes de FHC e do Serra”. Esse Bispo é mais um factóide da imprensa para atacar o governo. Esse Bispo só pode ser um lunático e em qualquer outro país não conseguiria tantos holofotes. É óbvio que a água vai favorecer e precisa favorecer empresas. Graça a Deus! A imensa maioria da água consumida no planeta é utilizada para atividades produtivas. Não há indústria ou agricultura possíveis sem água. Só para terem uma idéia, li outro dia em uma revista que para produzir um ovo são necessários nada menos do que 197 litros de água!

 Sem atividades produtivas não há emprego. São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Los Angeles são cidades abastecidas com águas transpostas de rios. E não venham me dizer que essa água é só para beber. A maior parte dessa água vai para atividades produtivas, que sustentam o imenso número de empregos dessas cidades. E porque essas cidades podem ter atividades produtivas modernas e o sertão não pode?? De onde o Bispo acha que pode impor sua vontade retrograda sobre o que realmente deseja o sertanejo? E o sertanejo, sabiamente deseja a obra.

No sertão não tem emprego, por isso que as grandes metrópoles estão entulhadas de nordestinos em busca de algum esperança que não puderem encontrar na própria terra. É preciso gerar emprego de qualidade no Nordeste. E sem um fluxo contínuo de água isso simplesmente não é possível. Com água, o Nordeste pode se tornar a Califórnia Brasileira (clique aqui para ler).

Não podemos esquecer que transposição foi a obra mais debatida da nossa história (idealizada há mais de 100 anos e discutida seriamente há mais de 10 anos). Clique aqui para ler sobre isso.

Leiam abaixo o que aconteceu segundo o relato da Folha de São Paulo:

Participantes de debate sobre transposição do São Francisco batem boca no Senado

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O debate sobre a transposição do rio São Francisco colocou em lados opostos os defensores do projeto –como o ministro Geddel Vieira (Integração Nacional) e o deputado Ciro Gomes (PSB-CE)– e os contrários –o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, e o senador César Borges (PR-BA). O clima ficou tenso e eles chegaram a bater boca Leia o resto do artigo »

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MUDANÇAS NAS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ? União reduz juro cobrado por fundos constitucionais

Postado em 4 de fevereiro de 2008

VALOR - 01/02/2008

Mônica Izaguirre

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva baixou ontem um decreto reduzindo os juros dos empréstimos concedidos pelos bancos públicos com recursos dos fundos constitucionais de financiamento. As novas taxas, que variam de 5% a 10% ao ano, são retroativas ao início de janeiro de 2008 e se aplicam inclusive à correção de dívidas referentes a contratos firmados antes dessa data. Pelo decreto anterior, editado em outubro de 2006 para vigorar em 2007, o custo ao tomador final, que varia conforme o porte e a atividade econômica exercida, ia de 5% a 11,5% ao ano. Leia o resto do artigo »

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Ainda o Semi-árido, por Roberto Malvezzi

Postado em 1 de fevereiro de 2008

Há uma nova concepção do semi-árido, antagônica ao velho discurso das oligarquias, que traduz o confronto mortal entre dois modelos. A nova concepção do semi-árido – que chamamos de convivência com o semi-árido -começa de seu rico potencial.

Uma das dificuldades maiores no debate sobre a transposição do rio São Francisco é deparar com pessoas que ainda tem uma velha e obsoleta visão do que seja o semi-árido brasileiro. Normalmente essas pessoas repetem argumentos da velha indústria da seca e consideram o semi-árido como uma “região feia, seca, inviável, cujo problema central é a falta de água”. As pessoas repetem a esmo essas afirmações, sem se darem conta que estão apenas repetindo o velho discurso das oligarquias nordestinas, que sempre construíram seu poder a partir da sede e da fome do povo. Por isso, muitos artigos publicados em defesa da transposição não tinham sequer o conhecimento básico sobre o semi-árido para um diálogo construtivo. Leia o resto do artigo »

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Mangabeira: Três artigos repercutem as controvérsias em torno às propostas do Ministro do Longo Prazo

Postado em 21 de janeiro de 2008

(1) O longo prazo a curto prazo, artigo de Roberto Mangabeira Unger 

(2) O ideoduto de Mangabeira, artigo de Marcelo Leite

(3) Entrevista de Sydney Possuelo: ‘Não precisamos de grandes projetos para Amazônia’

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O longo prazo a curto prazo

artigo de Roberto Mangabeira Unger

Há toda diferença entre um projeto que paira sobre o mundo e um que intervém. Não há futuro viável que não se possa prefigurar jáRoberto Mangabeira Unger é ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. Artigo publicado na “Folha de SP”:Modelo de desenvolvimento baseado em ampliação de oportunidades econômicas e educativas, para dar braços e asas ao dinamismo frustrado dos brasileiros -é isso o que mais quer a nação. Para construir esse modelo, é preciso formular plano de longo prazo e traduzi-lo em iniciativas tangíveis e prontas: primeiras prestações de outro futuro. É preciso tratar do longo prazo a curto prazo.

Desse entendimento resultou a decisão de organizar o trabalho inicial de minha pasta em torno de quatro grandes temas: oportunidade econômica, oportunidade educativa, Amazônia e defesa. Leia o resto do artigo »

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