Postado em 4 de setembro de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
A piada é tão grande e tem tantos episódios que eu não sei da onde eu começo: se é pela falta de credibilidade da Revista Veja (Luis Nassif ), ou da recorrência das falsas denúncias de grampos com os mesmo responsáveis , ou da piada que é o partido herdeiro da ditadura (Blog Democrata) falar que a democracia está a beira do precipício, ou da hilariante “reportagem” que o conteúdo de um grampo favoreça tão descaradamente os grampeados, ou da ausência de provas dessa “reportagem” (Luis Nassif) , ou do escândalo de pedir a demissão de toda a diretoria da Abin e ameaçar o impeachment do Lula, ou do ridículo Demóstenes chamar o Paulo Lacerda de monstro ou da impossibilidade de alguém acreditar que a oposição seria suicida de levar o caso para frente justamente na defesa de alguém tão impopular quanto o Gilmar Mendes e contra o Lula no auge de sua popularidade. A resposta é que o objetivo dessa piada toda é derrubar o Paulo Lacerda e tirar a credibilidade da denúncia contra o Dantas e contra futuras investigações de pessoas de colarinho branco. A oposição não é burra o suficiente de achar que existe a menor possibilidade de derrubar o Lula.
Pela enésima (Idelberavelar) vez, os mesmos personagens - Gilmar Mendes, Demóstenes Torres e Veja -denunciam um suposto Estado policial. Fernando Barros, da Folha, faz uma excelente constatação de que não havia qualquer denúncia de Estado policial que 30% da população carcerária esperava julgamento com prisões preventivas ou temporárias. Vejam essa excelente reportagem no blog do Nassif (Blog do Nassif). Alias, esse é o blog que mais vem denunciando esse absurdo.
A denúncia da Veja é hilária, é a primeira vez que vejo que uma divulgação do conteúdo de um grampo santifica os grampeados. Sugiram que olhem no final da reportagem (Veja) a suposta conversa grampeada. Vocês verão que são dois freis caputinos e extremamente defensores da lei e da democracia conversando. O Blog do Mello também faz uma ótima argumentação de qual não é de interesse da direção da ABIN grampear o Gilmar Mendes. “Por que a ABIN grampearia Mendes, se por mais que descobrissem algo gravíssimo sobre ele, não seria nada, comparado ao fato de ter sido grampeado o presidente de um dos Três Poderes? Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 de agosto de 2008
Bruno Galvão dos Santos *
Há uma longa discussão nas ciências econômicas a respeito do enorme diferencial do nível de renda per capita entre os países. De acordo com a versão neoclássica, o principal sustentáculo teórico do liberalismo econômico, a diferença se explica por distintos níveis de propensão a poupar e da produtividade, que é vista como inerente. Em outras palavras, o sucesso no capitalismo seria resultado do biênio frugalidade e trabalho. Na visão keynesiana-estruturalista, o diferencial de nível de renda deve-se do desenvolvimento do mercado consumidor e de setores capazes de gerar exportações, o que permitirá grande volume de investimentos e, portanto, expansão da acelerada da capacidade produtiva e da produção. Nessa visão, o que possibilita um alto nível de renda per capita é a combinação de uma determinada diretriz na política de desenvolvimento com condições favoráveis na geração de divisas. É interessante notar, como aponta vários autores, como Ha-Joon Chang, que as políticas dos países que lograram um rápido desenvolvimento guardam muitas similaridades entre si. É interessante notar que houve desde o pós guerra, uma grande mudança do nível de renda no Leste da Ásia. Alguns países, como a Coréia, que atualmente caminha para um nível de renda europeu, era mais pobre que o Haiti em 1950. A China há 30 anos tinha uma renda per capita inferior à África. Se no final do século XIX, os amarelos eram considerados inferiores aos brancos. Hoje são encarados como superiores até aos brancos e à cultura ocidental. No final dos anos 70, o Brasil caminhava para ser um país desenvolvido. Chegamos a ser o segundo maior produtor de navios, um dos poucos países a desenvolver tecnologia de produção de aviões, éramos exportadores líquidos de máquinas e equipamentos. Mas a crise da dívida interrompeu esse processo. Sul coreanos perguntam o que aconteceu com o Brasil, que até então era a inspiração para eles. É interessante que na época do sucesso brasileiro também abundavam explicações culturalista para mostrar as razões do rápido desenvolvimento. Hoje, essas explicações enfatizam nossa “inferioridade”. Deve-se acrescentar ainda que as diferenças de renda entre as nações pobres e ricas chegam a ser de cem vezes. Haja superioridade de um povo sobre o outro.
Contudo, apesar de fortes evidências empíricas e teóricas em favor da perspectiva keynesiana-estruturalista, a visão ortodoxa é dominante na teoria econômica e perante a opinião pública. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 de junho de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
Deve-se notar que esses dois BCs, ao contrário do brasileiro, não promoveram antecipadamente um choque de juros sob o argumento de que o país não poderiam crescer mais do que 5%. Não está claro porque, enquanto outros países emergentes puderam ter uma rápida aceleração do crescimento nos últimos anos sem que o BC agisse contra, e, o BC do Brasil alega que tinha que fazer isso, pois o Brasil é incapaz de crescer a mais do que 5%a.a.
Mas, e se a hipótese de crescimento potencial máximo do BC em 5% a.a. estiver errada, não é melhor fazer como qualquer outro país, ir testando e, caso a inflação aumente, o BC jogue a economia num crescimento medíocre, como foi de 2005 e de 2006? Não está claro porque grande parte dos países da América do Sul, muitos da África e do Oriente Médio, quase a totalidade do Leste Europeu e da ex-URSS, do Sul e sudeste e Leste Asiático podem crescer a taxas de 6% a mais de 10% a.a. de forma sustentada e o Brasil não pode.
Quais as condições que países tão distintos como Colômbia, Letônia, China, Armênia, Argentina, R. Tcheca, Arzebaijão, Índia, Angola, Etiopia, Rússia, Cingapura, Belarus. Sempre que comparo o crescimento medíocre que o Brasil teve com a ultra-conservadorismo econômico dos últimos anos com determinado país, o ouvinte diz:” Não pode comparar porque o país pequeno é fácil de governar, ou porque país grande tem suas facilidades, ou por causa da cultura milenar, ou porque não dá para comparar com países que não são socialistas, ou porque eles tiveram uma crise forte anos atras, ou porque eles estão crescendo muito há tempos, ou porque esse país tem ajuda da União Europeia, ou porque tem petróleo, ou porque pelo fato de não ter recursos naturais a população teve que desenvolver outras habilidades. Eu ainda não vi o Meirelles falando qual é a condição que todos esses países têm que o Brasil não tem.
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Postado em 5 de junho de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
É gritante a diferença de reação do BC do Brasil e dos outros em relação a crise mundial dos preços dos alimentos e combustíveis. Agora o presidente da Colômbia, o inegavelmente conservador Alvaro Uribe, discute a redução da taxa de juros.
Clique aqui para mais informações
No Brasil, se o Ministro da Fazenda resolve dar opinião (que todos em um regime democrático tem como direito garantido pela constituição), o BC alega que tem que aumentar os juros para mostrar ao “mercado” que não sofre pressões políticas. Sai muito cara essa demonstração de “independência”, cada aumento de 0,25% na Selic custa ao Brasil R$ 3 bilhões/ano.
Contudo, a situação da Colômbia é muito distinta da do Brasil. A inflação (6,4%) lá está bem maior do que o intervalo superior da meta (4,5%). No Brasil, a inflação (5,1%), embora um pouco maior do que o centro da meta (4,5%), está bem menor do que o intervalo superior das metas (6,5%). O mesmo ocorre no Peru. É interessante notar que na primeira página dos BCs eles procuram mostrar em gráficos bem destacados que a ultrapassagem da meta deve-se a inflação de alimentos. No Brasil, ao contrário, o presidente do BC sai por aí gritando “Fogo, fogo, a hiperinflação está prestes a voltar”. Deve-se notar que, mesmo com o desconto do preço dos alimentos a inflação na Colômbia está maior do que o intervalo superior da meta. No Brasil, a inflação descontado os alimentos está em apenas 3,03%, quase no limite mínimo da meta.
A evidência da distinção entre a gestão Meirelles com a atuação de qualquer outro BC que adota metas de inflação e com a gestão Armínio é gritante demais. Com uma atuação tão distintas entre os BCs que adotam metas de inflação, eu só posso concluir que ou os outros BCs prevaricam com a inflação para crescer mais do que podem ou o BC do Brasil impede o Brasil de crescer como a média dos emergentes a um custo fiscal altíssimo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 de junho de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
1) Intervalo
O mundo hoje está no maior choque de preços de alimentos e de combustíveis em quase 30 anos. Contudo, o BC está dando um choque de juros pela simples expectativa de que a inflação será um pouco maior do que o centro da meta e bem menor do que o intervalo superior da meta, o que é uma demonstração que ele não utiliza os intervalos da meta. Para que serve o intervalo da meta, se nem numa crise de tão magnitude, o utiliza?
2) Diferenças
A gestão Meirelles tem agido de modo muito distinto dos outros países que utilizam metas de inflação e da gestão Armínio. Ela tem sido muito mais conservadora.
Situação A
Em 2004, sem um motivo aparente que justificasse deu um forte choque de juros sob a justificativa de que a inflação ficaria acima do centro da meta de inflação e que o Brasil não tem capacidade de crescer acima de 5% a.a., sendo que a média de crescimento dos emergentes, desde 2003, têm variado entre 6,5% a.a. e 8% a.a. O BC poderia ter sido, pelo menos, mais cauteloso. Durante a meta de gestão Armínio, quando da adoção da meta de inflação até a eleição do Lula, ele nunca tinha elevado os juros para 19,75% a.a., como fez o Meirelles. Apesar a inflação do Armínio se manter bem acima da meta. A qualquer um que olhe os dados, percebe que foi um erro (não se sabe se intencional) um choque tão forte de juros quanto o de 2004-5. O Brasil paga até hoje por esse erro, que promoveu: a) deterioração das contas externas (apesar de não aparecer, o crescimento da quantidade exportada se reduziu muito depois de 2005 e a quantidade importada aumentou muito); b) a mediocridade do crescimento em 2005 e em 2006; c) prejuízos fiscais de mais de R$ 100 bilhões, que poderiam ser utilizados em atividades mais úteis.
Alias, inflação acima do centro da meta não tem nada de tão problemático, como o Meirelles diz ser. O México, país que ninguém questiona a ortodoxia, não sofreu nenhum choque de juros por conta disso.
Gráfico inflação e meta no México

Fonte: Banxico
Situação B
Agora, a despeito do Brasil ter atualmente o segundo menor desvio da meta de inflação entre 20 países emergentes, o Brasil vem apresentando o maior choque de juros.

Fonte: Fitch
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Postado em 24 de março de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
A Veja desta semana faz uma denúncia gravíssima: o Palácio do Planalto está querendo quebrar o monopólio da Veja de preparar dossiê. A Veja pode grampear divulgar dados sigilosos, divulgar grampos, chantagear. Aliás, uma regra de ouro que deve ser aprendida é: quando a denúncia contra os tucanos e “democratas” é dossiê e o que importa é a (i) legalidade e a “(má) intenção da obtenção e da divulgação do dossiê, quando é favorável ao PSDB/PFL, é relevante apenas o conteúdo da denúncia, não é importante nem mesmo se a denúncia verdadeira ou não.
É interessante que a Grande imprensa (Folha, Globo e Estadão, etc.) repercute denúncias da Veja, mas se calam quando é contra a Veja. È sábado (21/03/2008) às 16:15. A revista deve ter ficado pronta ontem. As denúncias do Nassif, o maior blog da internet não vinculado a revistas e jornais, estão fazendo denúncias gravíssimas a Veja há semanas. Depois dizem que a mídia brasileira não é cartelizada e corporativa.
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Postado em 18 de março de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
E ainda o Banco Central fala em aumentar os juros. Fala sério!!! Isso é pôr o bode na sala! Eles querem que fiquemos agradecidos porque não aumentaram a taxa de juros. A questão é que não há qualquer justificativa técnica para esses juros. Não há dúvida: o Meirelles quer impedir a retomada sustentada do crescimento como ocorreu em 2005. Qual é a explicação para em 2005 o Brasil ter crescido menos do que todos os países da América Latina, exceto o Haiti? O crescimento das exportações no ano anterior tinha sido de 35%. E o mundo continuou a crescer no mesmo ritmo de 2004.
Alguém tem alguma outra explicação para a mediocridade do crescimento em 2005 e em 2006, além do choque injustificado dos juros feito pelo Meirelles? LULA TIRE O MEIRELLES DO BANCO CENTRAL ANTES QUE ELE DESTRUA UM NOVO CICLO DE CRESCIMENTO. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 de março de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
Petistas iludidos sempre acreditam que as diversas trocas dos diretores do Banco Central fizeram o BC ficar menos conservador. Mas, depois dessa reportagem da Folha (Clique aqui para ler a reportagem) fica claro que o conservadorismo do Banco Central deve-se exclusivamente ao Meirelles.
Olha o que está escrito na ata do Copom:
“Nesse contexto, o Comitê discutiu a opção de realizar, neste momento, um ajuste na taxa básica de juros. Um ajuste da taxa básica de juros contribuiria para reforçar a ancoragem das expectativas, não apenas para 2008, mas também no médio prazo, e para reduzir o descompasso entre as trajetórias da demanda e oferta agregadas.”
Como assim? Eles querem falar que porque o Brasil cresceu a 5,4% no ano passado, a inflação pode estar numa trajetória de fugir da meta? Em primeiro lugar, a inflação está no centro da meta. De acordo com as regras do sistema de metas de inflação, quando isso ocorre, não há justificativa nenhuma para que a taxa de juros seja elevada. Ao contrário, nesses casos, os BCs tendem a reduzir a taxa de juros. O Armínio Fraga sempre fazia isso. Na Turquia, que o BC não é acusado de heterodoxia, há mais de 24 meses, a inflação é o dobro da meta (vejam vocês mesmos no Banco Central da Turquia), e há alguns meses o BC vem reduzindo a taxa de juros.
Em segundo lugar, a aceleração da inflação é mundial. Vejam vocês, de acordo com o critério de cálculo, a inflação nos Estados Unidos está em quase 8%.
clique no gráfico para ampliá-lo:
De qualquer forma, pelo cálculo oficial ela está em mais de 4%. Dessa forma, a inflação de cerca de 4,5% no Brasil não tem nada de extraordinário. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 de março de 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
Muitos países emergentes e “respeitáveis”, como Chile, Coréia do Sul, Tailândia, Hong Kong, estão com taxa de juros real negativa. Isso não significa leniência da política monetária desses países. Mas, simplesmente, reconhecimento dos Banco Centrais desses países que a economia do país não deve ser sacrificada por causa do forte aumento dos preços dos alimentos e combustíveis internacionalmente. Mas, no Brasil, o presidente do Banco Central gosta sempre de alegar que o imenso crescimento de 5% do PIB (nos últimos anos, a média de crescimento econômico dos países emergentes ficou quase 8% ao ano) é o responsável pela aceleração do crescimento. Segundo esse sábio, o Brasil não pode crescer a mais do que 5% ao ano. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 de março de 2008
Publicado originalmente em: CGU - Portal da Transparência, 05/03/2008
Enviado por *Bruno Galvão dos Santos
O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, tem chamado atenção, insistentemente, para os inúmeros erros e exageros cometidos em matérias jornalísticas sobre o uso dos Cartões de Pagamento do Governo Federal, a maior parte delas baseada em dados disponíveis no Portal da Transparência. Esses erros têm levado muita informação deturpada sobre o assunto à sociedade.
Alguns desses erros, decorrentes, sempre, da falta da necessária apuração jornalística dos fatos, foram destacados pelo jornalista Josias de Souza, em seu blog, (Blog Josias de Souza) na últimasegunda-feira, dia 3 de março. Leia a íntegra do comentário de Josias de Souza. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 de março de 2008
*Bruno Galvão
Os preços dos principais bens exportados pelo Brasil, como soja, minério de ferro, estão no maior nível. Mas, isso não foi suficiente para impedir que em Janeiro de 2008 tenha sido registrado o maior déficit em conta corrente para o primeiro mês do ano. Isso se deve a um déficit recorde na balança de serviços (US$ 1,3 bilhões) e na balança de rendas (US$ 4,3 bilhões). Imaginem quando o Brasil começa a ter déficit comercial.
Gráfico - Déficit em conta corrente no primeiro mês do ano
Fonte: Banco Central do Brasil

Clique no gráfico par aumentá-lo
Para quem não sabe o Brasil quebrou em 1999, por causa do elevado déficit em conta corrente. O Brasil não pode contar com a oposição e a imprensa, que continuam a blindar o Meirelles e centrar fogo em políticas “assistencialistas”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 de março de 2008
Bruno Galvão *
Cerca de 40% dos deportados da Espanha são brasileiros. É um absurdo como os brasileiros estão sendo tratados na Espanha. O caso, por exemplo do estudante de doutorado em Ciência Política Pedro Luiz Lima, que ficou sem comida e água, só pode ser provocação. O estudante iria participar de um seminários em Portugal.
Há estatísticas que dizem que grande parte das prostitutas e michês na Espanha são brasileiros. Segundo reportagem do Mix Brasil, 70% dos michês da Espanha são brasileiros. E, segundo reportagem do Terra, 8 em cada 10 prostitutas de luxo das ilhas Baleares, como Ibiza, são brasileiras. Leia o resto do artigo »
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