Postado em 8 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
Pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, 79 anos, é intelectual católico próximo de uma corrente que na França produziu figuras como François Mauriac. Iniciou-se na política ao lado do governador paulista Carvalho Pinto, foi deputado federal pelo PDC e despertou as iras dos latifundiários ao criar durante o governo de João Goulart a Comissão Especial da Reforma Agrária. Com o golpe de 1964 foi um dos primeiros cem brasileiros que sofreram a cassação dos direitos políticos. Por seis anos viveu exilado no Chile. De volta, lecionou na FGV e militou no MDB. Em 1980, passou-se para o PT e foi autor do estatuto do partido. Voltou à Câmara Federal em 1986. Desde 2005 liderança do PSOL, aqui expõe suas decepções, esperanças e aspirações.
CartaCapital: É o senhor o candidato do PSOL à Presidência?
Plínio de Arruda Sampaio: Há uma certa disputa de correntes internas que se resolve em março. Eu acho que nós precisamos ter uma candidatura alternativa com capacidade de propor o outro lado, caso contrário será um lado só. A verdade é que entre o Serra e a Dilma há diferenças de nuances aqui, nuances ali, mas não tem uma diferença substancial. Ninguém propõe a solução necessária. Aliás, eu noto o seguinte, o domínio da burguesia é uma hegemonia completa, então o que eles não querem é que se levantem as soluções reais. Discutem-se os problemas através de um artifício: o País amadureceu, as ideologias estão superadas e vamos para as soluções técnicas. Por exemplo: como explorar o pré-sal? Com a Petrobras ou por meio de uma empresa nova? Este não é o problema e esta solução é acidental. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 8 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
Por Marcos Coimbra
Existe exemplo maior que Aécio ser apresentado como vice de Serra a toda hora? Apenas para que ele o desminta? Apenas para que Serra se fragilize, seja percebido como alguém que só tem chance se Aécio for seu vice?
Estamos vivendo, neste começo de ano, um período de inquietação dentro das oposições. Seja em seus representantes políticos e nas lideranças da sociedade civil que se alinham com elas, seja na parcela da opinião pública que não gosta do governo, é nítida a perplexidade. As coisas não estão acontecendo como esperavam. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 7 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
Continua a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e os bancos em torno do juro. O lance mais recente da disputa retórica veio com a ata da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária, divulgada na quinta-feira 4. Trata-se de um documento pleno de imagens nebulosas, de modo a dar margem a interpretações díspares, como bem notou o ministro Guido Mantega. Dizendo-se em sintonia com
o BC, Mantega garante que o crescimento previsto de 5,2% em 2010 não resultará em inflação acima da meta. Já os bancos encontraram no texto a confirmação de que a taxa básica de 8,75% ao ano - a maior do mundo - subirá ainda no primeiro semestre. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 7 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
O professor Wanderley Guilherme dos Santos publica na Carta Capital desta semana artigo magistral.
A tese central é “decida Serra o que decidir, o PSDB e seus aliados sairão perdedores”.
E a oposição vai para o golpe.
“Aos poucos, as pesquisas eleitorais conduzirão o candidato a candidato (Serra) a seu devido lugar”.
E aí reside o perigo, segundo Wanderley.
“A súbita consciência de que a excitação em torno do governador de São Paulo não corresponde à opinião pública nacional pode empurrar os admiradores de Serra, sobretudo os ex-esquerdistas, ao extremismo institucional. Gosto para isso não lhes falta, há muito.”
“O sucesso do governo Lula, não seu antecipado fracasso, é o que faz com que a intensidade oposicionista aumente exponencialmente.”
“Justificar o fracasso como consequência de atos ilegítimos do governo é tradição antiga entre nós.”
” … o mais provável é que a oposição acuse o governo de sufocá-la e de fraudar o processo competitivo. As solicitações ao Judiciário e as insinuações de ‘chavismo’ se multiplicarão. As manchetes se tornarão assustadoras em busca dos milhões de ‘Reginas Duartes’ que compensem a ausência de votos na urnas. Outra oportunidade para que se manifeste o poder desestabilizador dos meios de comunicação.” Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
Por Luís Nassif
Falta uma perna no novo desenho da política industrial brasileira: a interação entre grandes conglomerados amparados por políticas públicas e pequenas e micro empresas.
Os financiamentos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico s Social) são um poderoso indutor para práticas empresariais. Se condicionar a liberação de um financiamento selo verde - de boas práticas ambientais -, todas as candidatas a financiamento tratarão de adquiri-lo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
Resultados de campanhas publicitárias que fizeram o eleitor acreditar no que não viu, as gestões de Kassab, principal obra de Serra em São Paulo, apostam na propaganda e desprezam o combate às desigualdades, único meio de melhorar a metrópole. Colado nos passos do governador José Serra (PSDB), de quem herdou a prefeitura, o governo de Gilberto Kassab (DEM) passa ao largo das questões em que a cidade é mais carente e frágil. De 2006 a 2009 a prefeitura cortou R$ 353 milhões em ações de combate a enchentes. A reportagem é de Antonio Biondi e Marcel Gomes, na Revista do Brasil. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
Lixo no Tietê
Por Conceição Lemes
Fazemos o mesmo convite ao governador José Serra (PSDB) e ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), que culpam a população, principalmente a mais pobre, pelas enchentes. O que pode acontecer com, pelo menos, uma parte dos restos de tijolo, argamassa, madeira, telha, quando chove e/ou o rio transborda? Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dAmerica/Sao_Paulo fevereiro dAmerica/Sao_Paulo 2010
Brasília, 12 de novembro de 2009 - O consórcio francês Rafale International, formado pelas empresas Dassault Aviation, Snecma e Thales, realizou coletiva na tarde desta quinta feira para esclarecer à opinião pública informações que não correspondem à realidade e que tem sido divulgadas nas últimas semanas sobre a proposta francesa no FX-2, processo de escolha do Governo Brasileiro para aquisição das novas aeronaves de combate da FAB.
O consórcio Rafale International, em respeito ao processo de escolha realizado pela FAB, que desde o seu início é transparente e criterioso, esclarece que: Clique aqui para ler mais.
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