Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?':


Amazônia será ocupada! Por nós ou potências estrangeiras

Postado em 28 de Fevereiro de 2008

Anderson Marques, engenheiro 

Segue uma entrevista com o Cel. Gélio Fregapani, que conhece muito a região. Sua visão é muito simplista e por vezes exagerada, mas ele externaliza algumas opiniões que concordo e que de algum modo assustam não só os ambientalistas, como também muitos que não conhecem a região e são contra a ocupação (ordenada e planejada) e exploração (que tem que ser inteligente e sustentável) de seus recursos naturais, para integrá-la de verdade à nação brasileira.

Militar alerta: a ocupação não é para a Amazônia, é para o nosso país, se quisermos tê-la. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Anderson Marques, Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, Política Brasileira | Sem Comentários »

Flexibilização do caráter

Postado em 19 de Fevereiro de 2008

Monitor Mercantil de 18/02/08

Paulo Metri *

A flexibilização da linguagem caminhou junto com a flexibilização da moral e do caráter. Quando alguém quer fazer algo errado e amoral, nesse pouquíssimo admirável mundo novo, utiliza a flexibilização semântica para transfigurar o seu ato danoso. Por exemplo, neoliberais queriam acabar o monopólio estatal do petróleo, mas não podiam dizer isso abertamente, pois se tinha medo que a fala honesta trouxesse rejeições, em virtude do povo gostar do monopólio. Assim, a emenda constitucional no 9 e o projeto de lei do petróleo (hoje, lei 9478) foram aprovados, dizendo-se que flexibilizariam o monopólio, quando, na verdade, o acabavam.

Como não existe mulher meio grávida e não existe mais purgatório, só céu e inferno, não existe monopólio flexibilizado. Mas, o ministro Eros Grau, utilizando o “juridiquês” que o permite justificar qualquer coisa para os comuns, criou um raciocínio gongórico para dizer, salvo engano, até porque o “juridiquês” era muito violento, que existe um monopólio de atividades e outro dos produtos e, no caso do petróleo, a União detém o primeiro, podendo exercê-lo utilizando a contratação de empresas, mas o segundo não seria detido pela União. Mas, os professores de economia, que não têm a mesma flexibilidade, precisam explicar como, no Brasil, as atividades do setor do petróleo compõem um monopólio da União e, hoje, a Shell e a Petrobrás produzem e vedem petróleo brasileiro e, brevemente, teremos outras empresas fazendo o mesmo. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Energia, Paulo Metri | 2 Comentários »

Banco Mundial concorda com o Desemprego Zero

Postado em 18 de Fevereiro de 2008

Em um artigo de dezembro passado escrevemos um artigo dizendo que o Brasil é o país que pode fazer a diferença para tirar o planeta de inércia e colocar em prática políticas efetivas de combate ao efeito estufa (clique aqui para ler).

Agora é a vez do Banco Mundial colocar o Brasil nesta posição…

O BRASIL É PARTE DA SOLUÇÃO

Por Pamela Cox

vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Gustavo Santos, Internacional | Sem Comentários »

BRASIL: Firme e cego RUMO À INSIGNIFICÂNCIA ECONÔMICA

Postado em 12 de Fevereiro de 2008

Bruno Galvão *

As recomendações econômicas para o Brasil são as mesmas há mais de 20 anos: “responsabilidade” fiscal, banco central exclusivamente preocupado com inflação, reformas liberalizantes, abertura comercial e financeira, privatização e diminuição do tamanho do Estado. Desde os fins dos anos 80, a equipe econômica acredita e executa esse tipo de política. Desde 1990, o Banco Central com a desculpa de estar preocupado exclusivamente com a inflação mantém as taxas de juros reais mais altas do mundo. O Brasil praticou uma radical e unilateral abertura comercial e financeira. Diversas reformas foram realizadas. Em quase todos os anos entre 1990 e 2007 o Brasil manteve substanciais superávits primários. O resultado é conhecido: aumento do desemprego, perda da competitividade brasileira, deterioração da infra-estrutura e crescimento muito abaixo da média dos outros emergentes. Em 1980, o Brasil tinha quase 11% do PIB do mundo subdesenvolvido. Em 2008, esse valor deve ser inferior a 5,5%. Essa mudança ocorreu basicamente após 1990, quando essa sugestão de políticas fiscais e monetárias restritivas, reformas e políticas de modernização da economia foram implementadas.

E, de novo, continuamos ouvindo o mesmo discurso. Hoje, o Blog do Nassif apresenta uma sugestão do FT para o Brasil. Continuam a mesma: gastos mais sábios do governo, estímulos ao setor privado, aumento da produtividade, reforma fiscal e trabalhista. Eu espero que todas as empresas buscam aumentar sua produtividade e não acredito que esse tipo de conselho possa vir a mudar a atitude das empresas. O que seria estímulo ao setor privado? Redução ainda maior do setor público? É um engano acreditar que Estado forte atrapalha o desenvolvimento de empresas desenvolvidas. Ao contrário, as principais empresas do mundo estão em países com Estado forte, como os dos EUA, França, Coréia, China e Japão. Estados fracos são os da África e da América Central. Aliás, república de banana significa isso: qualquer empresa multinacional derruba ou manipula os governos. Mas, ouvimos todos os dias na imprensa que Estado forte é sinônimo de subdesenvolvimento…. Será? Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Bruno Galvão, Desenvolvimento, ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 5 Comentários »

DE MÃO BEIJADA

Postado em 2 de Fevereiro de 2008

Publicado no Jornal do Commercio de 29/01/08)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Alan Greenspan, o ex-presidente do Banco Central Americano, afirmou em seu
recém lançado livro de memórias: “Entristece-me que seja politicamente
inconveniente reconhecer o que todos sabem, que a guerra no Iraque é,
sobretudo, por causa do petróleo”. Dessa forma, os EUA e seus aliados,
dentre eles a Inglaterra, objetivavam não só garantir o suprimento do
petróleo a partir daquele país, como tornar mais seguros os fornecimentos
da Arábia Saudita e de outros países árabes. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Internacional, Paulo Metri, Política Brasileira, Política Econômica, Sergio Ferolla | Sem Comentários »

O Monroe e o Garrincha

Postado em 1 de Fevereiro de 2008

VALOR - 30/01/2008

José Luís Fiori é professor titular do Instituto de Economia da UFRJ e autor do livro “O Poder Global e a Nova Geopolítica das Nações” (Editora Boitempo, 2007). Escreve mensalmente às quartas-feiras.Em agosto de 1823, o ministro de relações exteriores da Inglaterra, George Canning, propôs ao embaixador americano em Londres, Richard Rush, uma declaração conjunta contra qualquer “intervenção externa” na América Latina. O presidente James Monroe, apoiado no seu secretário de Estado John Quincy Adams, declinou o convite inglês. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

EUA: dando adeus à Hegemonia?

Postado em 28 de Janeiro de 2008

Em um estimulante ensaio publicado ontem na edição dominical do New York Times, Parag Khanna, pesquisador senior do American Strategy Program da New American Foundation, faz um interessante recorrido dos aspectos mais relevantes do declínio da hegemonia americana no mundo contemporaneo. Escapando das análises mais convencionais, Parag Khanna paralelamente aponta o forte declínio de uma Rússia ( ” seu declínio populacional oscila em torno a meio milhão de cidadãos anualmente ou mais, significando que a Rússia não será muito maior que a Turquia por volta de 2025 - população esta que estará dispersa em um país tão vasto que nem fará sentido como um só país” ) condenada a se incorporar à Europa ou torna-se uma petro-vassala da China , assinala o papel crescente dos países que chama de “segundo mundo” - os BRICS que já não são mais integrantes do antigo “terceiro mundo” - e,last but not least, antevê a geopolítica do século XXI ancorada em três pan-regiões hemisféricas - zonas econômicas longitudinais  dominadas pelos Estados Unidos, pela Europa e pela China. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »

Amazônia serve para Desenvolvimento Social?

Postado em 17 de Janeiro de 2008

Eduardo Kaplan Barbosa*

O Ministro do Longo Prazo, Mangabeira Unger, manifestou interesse em incluir a região da Amazônia na agenda de desenvolvimento brasileiro, e por isso tem recebido diversos ataques (clique aqui para ler a reportagem em ” O Globo “).

Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável

Depois de décadas em que o Brasil privilegiou o crescimento econômico a qualquer preço, sem considerar os impactos ambientais, o senso comum atual a respeito da Amazônia Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Desenvolvimento, Eduardo Kaplan, Política Brasileira, Política Social, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Sem Comentários »

MANGABEIRA E OS AQUEDUTOS DA AMAZÔNIA

Postado em 16 de Janeiro de 2008

Léo Nunes - Ao Sul do Equador

São Paulo - O ministro das Ações de Longo Prazo, Roberto Mangabeira Unger, deve ser o sujeito e o objeto da nova polêmica envolvendo as políticas de desenvolvimento do governo Lula. Depois de toda a controvérsia relacionada ao projeto de transposição do rio São Francisco (clique aqui para ler mais sobre a questão), o ministro Mangabeira decidiu partir para uma viagem de quatro dias à Amazônia com uma comitiva disposto a discutir propostas nada convencionais para o desenvolvimento da Amazônia (clique aqui para ler a reportagem do Jornal O Globo).

O “Projeto Amazônia” deve englobar atividades que vão da produção industrial à mineração. Entretanto, a proposta mais polêmica, e talvez desatinada, é a de criar um aqueduto para ligar a região Norte à região Nordeste. O ministro argumenta que algumas regiões têm um excesso de água, o que seria inútil, enquanto que outras áreas têm falta deste recurso.

Como já argumentado na questão da transposição do rio São Francisco, um projeto de tal envergadura deve levar em conta dois aspectos: o seu custo e seu impacto ambiental. Tanto do ponto de vista do custo quanto do ponto de vista do impacto ambiental, talvez seja mais inteligente apostar em projetos menos caros e que causem menos danos ao meio ambiente. Um exemplo disto é o projeto de cisternas para o Nordeste, que poderia trazer o volume de água necessário para a segurança hídrica da região, a um custo muito mais baixo e com impacto insignificante na natureza.

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Conjuntura, Desenvolvimento, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social, Rive Gauche, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 5 Comentários »

Vazamento de petróleo nas metrópoles

Postado em 14 de Janeiro de 2008

O Estado de São Paulo - 14/01/2008

por Plínio Assmann*

Artigo em .pdf clique aqui para ler >>

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

A VERDADE sobre as PLANTAÇÕES DE EUCALIPTO

Postado em 13 de Janeiro de 2008

Marcos Henrique Figueiredo Vital *        Revista do BNDES

As questões ambientais ganham importância cada vez maior para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconômico das nações.

O presente artigo apresenta questões relativas aos impactos ambientais de florestas de eucalipto: sobre a água, o solo, a biodiversidade e a atmosfera.

Apresenta-se sob a forma de análise de diversos artigos científico-acadêmicos acerca desses diferentes temas, expondo os possíveis impactos oriundos da silvicultura com espécies exóticas.

IMPACTO AMBIENTAL DE FLORESTAS DE EUCALIPTO (Clique para ler)

* Economista

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Marcos Vital | 1 Comentário »

SÓ O BRASIL PODE PARAR A CHINA e salvar o Planeta ! a DIPLOMACIA ambiental brasileira está profundamente equivocada

Postado em 10 de Dezembro de 2007

Gustavo Antônio Galvão dos Santos* 10/12/2007

Rubens Ricupero alerta que a política brasileira de não aceitar imposição de metas de emissão de gás carbônico a países em desenvolvimento é suicida. Suicida e atrasada mais de uma década em relação à nova realidade econômica mundial.

Hoje 73% do aumento da emissão de gás carbônico provêm dos emergentes, basicamente das usinas a carvão chinesas. Permitir que a China continue expandindo velozmente a produção dessa energia tão suja é um perigo para o clima do planeta. Temos que lembrar que os países tropicais são aqueles onde se prevê maiores prejuízos em decorrência do aquecimento. O Brasil é o maior país tropical do planeta.

Porém a pergunta de quem não conhece a nova realidade chinesa ainda é:

Mas o Brasil não pode ser prejudicado se os emergentes forem obrigados a cumprir metas de emissão?

Certamente que não. Muito pelo contrário. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, EDITORIAIS, Gustavo Santos, Internacional, Propostas | 9 Comentários »