Blog do Desemprego Zero

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Petrobrás: o cacoete neoliberal

Postado em 16 dAmerica/Sao_Paulo maio dAmerica/Sao_Paulo 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por José Carlos Moutinho    

O jornal ‘O Globo’ está retomando o seu ‘cacoete neoliberal’ ao reeditar uma verdadeira campanha contra a Petrobrás, empresa que orgulha os brasileiros, responsável por bilionários investimentos no país e descobridora do pré-sal, que poderá ser a redenção do Brasil. Mas o ‘O Globo’, entre outros jornais que se impressionam muito com as teses estrangeiras, resolveu tentar, no dia 07/05, em seu editorial ‘Cacoete estatista’, manchar a imagem daquela que hoje é considerada a quarta empresa mais respeitada do mundo, segundo a pesquisa divulgada pelo Reputation Institute (RI), empresa privada de assessoria e pesquisa, com sede em Nova Iorque. O ranking relaciona 200 grandes empresas do mundo e é realizado anualmente desde 2006. 

O presidente da AEPET, Fernando Leite Siqueira, comentou o estardalhaço que o ‘O Globo’ e a imprensa vêm fazendo em relação a diversos eventos envolvendo a Petrobrás. Siqueira disse que a Petrobrás, ao recorrer, por exemplo, à Caixa Econômica Federal para adquirir financiamento para projetos no setor do petróleo, fez o que toda empresa de grande porte faz para manter capital de giro em determinados momentos.  Leia o resto do artigo »

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Petróleo: restaure-se a moralidade

Postado em 7 dAmerica/Sao_Paulo maio dAmerica/Sao_Paulo 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Sergio Ferolla e Paulo Metri   

Nos jornais brasileiros, com certa freqüência, são publicadas matérias pagas, como se fossem artigos, assinadas por pessoas muito bem remuneradas, defendendo a não modificação da atual lei do petróleo. Dentre as muitas inverdades despudoradamente registradas, destacam, por exemplo, que as descobertas de petróleo depois de 1997, inclusive o pré-sal, são conseqüência da aprovação da “lei do petróleo” (n° 9.478), que substituiu a “lei do monopólio” (n° 2.004), de 1953, sancionada por Getúlio Vargas.

Na verdade, quem descobriu muito petróleo no Brasil, mesmo depois de 1997, foi a Petrobrás, com exuberante índice de acertos, graças aos desenvolvimentos tecnológicos conseguidos por uma equipe altamente capacitada. Considerando que a Petrobrás não seria esta empresa de sucesso se não tivesse existido o monopólio, a totalidade das descobertas depois de 1997 ainda é crédito da “lei do monopólio”, em que pesem os investimentos privados. Leia o resto do artigo »

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Pacto de anormais

Postado em 18 dAmerica/Sao_Paulo abril dAmerica/Sao_Paulo 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Léo Lince*     

Antigamente, muito antigamente, a palavra “pacto” era usada para designar acontecimentos políticos de larga densidade e elevada envergadura. Era a busca, por parte de forças vivas da sociedade, em momentos de crise profunda ou de ruptura radical na ordem política, de novos caminhos para o convívio social. Coisa séria, resultante de expectativas tensas e demandas debatidas com transparência e sob o olhar vigilante da cidadania.  

Nada parecido com a estranhíssima reunião que os jornais da semana noticiaram sob a designação solene e inadequada de “Pacto Republicano”. Na semana anterior, ninguém sabia de tal evento. Tampouco ninguém sabe o que será dele amanhã. Até porque, a julgar pela versão desencontrada dos jornais, ninguém sabe ao certo do que tratou e o que foi resolvido na referida reunião.

Um jornal, a Folha de S. Paulo, abre manchete que fala em pacto contra o abuso de autoridade, na linha das exigências veiculadas pela direita togada. Outro, o Globo, fala em pacto para possibilitar o arresto de bens sem autorização judicial, que seria do interesse do Executivo. Factóide? Espetáculo que se esgota em si mesmo? Mero acerto entre autoridades que se precatam para as turbulências da crise? Acontecimento opaco, como sempre, aguça desconfianças e estimula as mais variadas especulações. 

Sobre o motivo gerador da iniciativa, ao contrário, há convergência no noticiário. Segundo está nos jornais, integrantes da cúpula do Judiciário, do Executivo e do Congresso estão insatisfeitos com a atuação de delegados, procuradores e juízes em investigações. A idéia do mal chamado “pacto republicano” teria surgido em julho do ano passado, em razão das investigações da Polícia Federal, na Operação Satiagraha. A prisão do banqueiro Daniel Dantas, tudo indica, foi o divisor de águas e o sinal de alerta que acordou as autoridades.   Leia o resto do artigo »

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Sobre jornalistas e sabujos

Postado em 15 dAmerica/Sao_Paulo abril dAmerica/Sao_Paulo 2009

Por Leandro Fortes


Se alguém tinha alguma dúvida sobre o consórcio midiático montado para desqualificar o trabalho do delegado Protógenes Queiroz e livrar a cara do banqueiro Daniel Dantas, basta chafurdar na série de recentes posts de blogueiros da linha auxiliar do esgoto, escalados para não contaminar as páginas com o lixo que realmente interessa aos jornais e revistas envolvidos nessa estratégia. A cobertura feita pelos jornalões do depoimento de Protógenes na CPI dos Grampos, na quarta-feira, dia 8 de abril, é o resumo dessa posição definitiva contra os efeitos da Operação Satiagraha, cujo emblema é a salvação não só de Daniel Dantas, mas da elite econômica e política ligada a ele. Contam, para tal, com a conivência obsequiosa do governo federal.

Basta ler o noticiário sobre a ida de Protógenes à CPI dos Grampos, onde o delegado deu um baile na bancada de Dantas e desmontou a estratégia de desmoralização do deputado Marcelo Itagiba, inocentemente montada a partir da exibição de um powerpoint com supostas contradições do delegado. Vaiado pela platéia e execrado pelos colegas, Itagiba foi obrigado a enfiar a projeção no saco e a ouvir, pela primeira vez, em público, uma verdade que ele só consegue manter em surdina por que tem o apoio cínico de quase toda a mídia: na campanha de 2006, ele foi financiado por Dório Ferman, executivo do Grupo Opportunity, do banqueiro condenado Daniel Dantas. Leia o resto do artigo »

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Um povo monitorado pela agenda do capital

Postado em 9 dAmerica/Sao_Paulo abril dAmerica/Sao_Paulo 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Waldemar Rossi*   

A Rede Globo consegue enquadrar parcela significativa da população brasileira nos limites de sua telinha televisiva. São novelas e mais novelas nos horários “nobres” a invadir os lares brasileiros, de segunda a sábado, seguidas de programas “culturais” tipo BBB, futebol e mais futebol. Transforma drama particular em verdadeiro circo emocional a mexer com a sensibilidade de um povo simples e trabalhador; passa e repassa filmes quase que exclusivamente das produtoras estadunidenses, com a marca privilegiada da violência, recheados ostensivamente de bandeiras da terra do Tio Sam.

Leva ao ar noticiários que, bem feitos tecnicamente, sempre passam apenas aquilo que é de interesse do capital, omitindo fatos importantes para a vida do nosso povo. Com isso, mantém o povo atrelado aos interesses ideológicos dos seus exploradores. Muito embora com um poder de penetração bem menor e com qualidade técnica inferior à da Globo, agem da mesma forma as demais redes televisivas. Levam avante verdadeira lavagem cerebral do povo brasileiro, que busca encontrar no “deus” consumo realização que supere suas frustrações - impostas pelo mesmo capital.  

A pauta eleitoral  

Além desse infernal ataque ideológico diário, a mídia procura nos enquadrar em outra pauta importante para os detentores do poder econômico: a pauta eleitoral. Pois a cada dois anos o povo brasileiro é condicionado a escolher entre os inúmeros candidatos às vagas dos poderes legislativo e, principalmente, executivo. Mal acabamos de sair de um processo eleitoral (votamos para prefeitos e vereadores no ano de 2008) e já estamos sendo condicionados a “pensar” nas eleições para as esferas federal e estadual, a serem realizadas em outubro de 2010 e, com isto, nos esquecermos dos graves problemas que estão dia a dia interferindo em nossas vidas pessoais, familiares e social.   Leia o resto do artigo »

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Aécio Neves e Andréia Neves: a censura e a mordaça sobre a imprensa em Minas Gerais

Postado em 19 dAmerica/Sao_Paulo agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

O professor Idelber Avelar, do Blog “O Biscoito Fino e a Massa” traz um ótimo post sobre a maneira que o governador mineiro, Aécio Neves (PSDB) relaciona com a imprensa nas Minas Gerais. A veia autoritária da estrela mineira da política apareceu desde os primeiros dias de seu governo. Porém, só agora no conforto da elevada popularidade seu autoritarismo tem ficado mais evidente. Segue o post publicado:

De Ildeber Avelar, “O Biscoito Fino e a Massa”

Marco Nascimento tinha longa história na Rede Globo de Televisão - incluindo-se uma chefia de redação em São Paulo - quando aceitou a direção de jornalismo da Globo em Minas. O objetivo era recuperar a audiência perdida para o SBT e, segundo suas palavras, “blindar a emissora contra a utilização indevida do jornalismo para fins políticos pelo poder público.” Depois da exibição de uma reportagem sobre o consumo de crack no bairro da Lagoinha, em Belo Horizonte, a Globo Minas passou a receber insistentes telefonemas de Andréia Neves, irmã do governador Aécio Neves, com reclamações de que isso afetava a “imagem” do governo do estado. Andréia Neves conseguiu uma reunião com o diretor nacional de jornalismo da TV Globo, Carlos Henrique Schroder. Poucos dias depois Marco Nascimento estava demitido. Também afastado foi o chefe de redação, Luiz Ávila.

Em setembro de 2003, o editor de economia do Estado de Minas, Ugo Braga - também profissional com longa trajetória no jornalismo - publicou uma minúscula nota que informava que a popularidade de Aécio, naquele momento, era a terceira pior entre os governadores do país e só ganhava dos de Sergipe e de Roraima. Também depois de pressão do governo do estado, foi chamado por seu superior e convidado a aceitar ser realocado. Aceitou, mas logo depois foi convocado a uma segunda reunião e informado que nem mesmo a solução da realocação era mais possível, pois “a pressão era muito forte.” Ugo Braga foi demitido do Estado de Minas ali mesmo. Leia o resto do artigo »

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Imprensa volta estar do lado de Dantas

Postado em 14 dAmerica/Sao_Paulo agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008

Antes de falar disso, vocês viram que a resolução aprovada pelo Gilmar Mendes permite que a condenação pode ser anulada caso haja utilização de algemas de forma indevida? Quem pode julgar isso? MP, juízes e o Supremo. Quanto será que o Dantas pagaria para o policial algemá-lo “indevidamente”?

É impressionante como a imprensa super-repercute as denúncias de forma 100% acrítica. Alias, no blog do Paulo Henrique Amorim  mostra que ele diz uma coisa em NY e outra aqui na CPI. Nada da imprensa sobre isso. Quem lê a imprensa hoje pode acreditar facilmente que é uma perseguição do governo Lula. Mas, que estranhamente, a imprensa afirma que todas as denúncias contra o DD (se forem verdadeiras, claro) envolvem apenas o PT e o governo. Por outro lado, a perseguição da imprensa a PF, ao juiz e ao delegado são implicáveis. Adoram pegar frases isoladas e jogar a população contra, como se eles fossem doidos, macunados com o PT, totalitários ou incompetentes. O texto do Nassif, que está muito bom, fala da diferença de tratamentos que o Dantas e a PF, o MP e o juiz recebem.

Blog do Nassif

A bola da vez

Daniel Dantas declarou que não foi ele quem contratou a Kroll para espionar inimigos: foi a Brasil Telecom. Pouco importa se, na época, era controlada por ele.

Deixou claro que a peça central de sua defesa é trazer para o Brasil o inquérito do Ministério Público italiano sobre a atuação da Telecom Itália lá. Aliás, o inquérito chegou e não tinha nada sobre a atuação da Telecom Itália aqui.

Declarou ter “recebido uma informação” de que a operação Satiagraha foi ordenada pelo diretor geral da Abin, delegado Paulo Lacerda. Não disse de quem veio a informação, não disse quais elementos dispunha para comprovar sua veracidade. Disse não se lembrar sobre quem tinha passado a informação para ele. Leia o resto do artigo »

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Diogo Mainardi condenado pelo TJ de São Paulo

Postado em 11 dAmerica/Sao_Paulo agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008

Por Beatriz Diniz

Segundo exposto pela revista Carta Capital, Diogo Mainardi e a editora Abril (revista Veja) terão de pagar 500 salários mínimos a Paulo Henrique Amorim. A acusação é de abuso da liberdade de imprensa, referente ao episódio ocorrido em 2006 no qual o colunista da Veja acusa o jornalista de fazer propaganda para o Lula. Mainardi sempre aparece querendo fazer polêmica com acusações, mas desta vez obteve uma boa resposta.

Fonte: Carta capital

Reparação a Paulo Henrique

A 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo considerou “abuso da liberdade de imprensa” e condenou o colunista da revista Veja, Diogo Mainardi, e a editora Abril, por danos morais ao jornalista Paulo Henrique Amorim. Mainardi e a editora terão de pagar 500 salários mínimos, 207,5 mil reais. Cabe recurso ao STJ. Leia o resto do artigo »

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