Blog do Desemprego Zero

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A truncada história do pré-sal

Postado em 23 dAmerica/Sao_Paulo junho dAmerica/Sao_Paulo 2009

Por Paulo Metri 

Quando um artigo sobre assunto relevante diz frases não-precisas, sou compelido a escrever para o veículo de mídia que o publicou. O artigo “A verdadeira história do pré-sal” foi publicado no Estadão do dia 08/06/09, cheio de imprecisões, no meu entender. Neste caso, se eu as contar para o editor, não as verei publicadas, talvez porque ele não concorda com minha posição ou, simplesmente, ele não quer usar o jornal para divulgar outro pensamento.

Tampouco tenho a mínima esperança de convencer este editor. Tenho o desejo, sim, de contar como estão buscando truncar a verdade para conquistarem os desavisados, e tento avisar estes últimos. Leia o resto do artigo »

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O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE O PRE SAL

Postado em 8 dAmerica/Sao_Paulo junho dAmerica/Sao_Paulo 2009

O Brasil e o petróleo do pré-sal

A Fundação Leonel Brizola - Alberto Pasqualini (FLB-AP) acaba de realizar em Brasília (27/5), no Congresso Nacional, um seminário sobre a importância para o Brasil das megajazidas de petróleo recém-descobertas na camada de pré-sal da plataforma continental. Discutiu também a urgente necessidade de mudar a lei de petróleo em vigor para que essa riqueza - que pela Constituição pertence aos brasileiros - seja usufruída pelo povo brasileiro e usada no desenvolvimento sustentável do Brasil.

O motivo deste email é a necessidade de multiplicarmos por todo o país essa discussão que não interessa as petrolíferas internacionais. Elas vieram para cá no final da década de 90 depois que Fernando Henrique Cardoso sancionou a lei 9.748/97, que quebrou o monopólio instituído em 1953 por Getúlio Vargas, vulnerabilizando a Petrobrás; criou a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e autorizou a mesma ANP a promover, como ela vem fazendo, leilões entreguistas de “blocos exploratórios”.

Hoje a Shell já produz e exporta - pagando tributo vil - o petróleo de Campos. 

Os nacionalistas precisam se mobilizar como aconteceu na campanha “O Petróleo é Nosso” que criou a Petrobrás, porque os interesses envolvidos são imensos e mais do que nunca é necessário que os cidadãos de bem sejam esclarecidos sobre os reais interesses do Brasil na questão - papel que a grande mídia não faz.

 Daí a idéia de multiplicarmos por estados e municípios o debate sobre esses assuntos promovendo seminários voltados para a questão do petróleo e do marco regulatório. Leia o resto do artigo »

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Petrobrás versus Petrosal

Postado em 4 dAmerica/Sao_Paulo junho dAmerica/Sao_Paulo 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Paulo Metri*  

Neste momento, existe muita discussão sobre o que fazer com os blocos não licitados do pré-sal, travada em jornais, televisões, rádios, mídia alternativa, seminários, reuniões etc. Uma corrente advoga que eles devem ser entregues, sem licitação, para a Petrobrás. Outra, para uma nova empresa a ser criada, com todo capital pertencente à União, que será chamada, aqui, de Petrosal.

A corrente das petroleiras estrangeiras busca convencer que nada deve ser modificado na lei 9.478, principalmente, a entrega do petróleo a quem o produz, que significa a entrega do lucro extraordinário gerado por ele e da arma geopolítica que ele representa. Assim, os blocos do pré-sal devem ser leiloados, segundo propalam as empresas estrangeiras, usando o mesmo “modelo de sucesso”. Em compensação, elas acham que deve ser editado um decreto do Executivo aumentando a alíquota da participação especial para o pré-sal, significando reconhecerem a baixa taxação sobre a produção de petróleo, existente, hoje, no Brasil. Esta proposta não pode ser levada a sério, por várias razões, mas tem uma que elimina qualquer boa vontade de analisá-la. Se ela for aprovada, o presidente Lula e toda a sociedade podem esquecer a intenção de remeter recursos para a educação, a saúde, o combate à pobreza etc, à medida que os “usos” da arrecadação do petróleo são definidos na lei 9.478, que não contém os novos destinos, e, segundo foi apregoado, a lei não pode ser modificada. Leia o resto do artigo »

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Por que o PSDB quer a CPI? É para privatizar o pré-sal

Postado em 16 dAmerica/Sao_Paulo maio dAmerica/Sao_Paulo 2009

Fonte: Paulo Henrique Amorim

Os tucanos quer em desmoralizar e desestabilizar a maior empresa brasileira para servir a seus patrões: os privatizadores. Fernando Henrique abriu a exploração aos grupos estrangeiros na esperança de destruir a Petrobrás e vendê-la.
Fernando Henrique era a favor da privatização da Petrobrás. Ele e aquele que ele chama de “brilhante”, Daniel Dantas.

Daniel Dantas recebeu de Antonio Carlos Magalhães a incumbência de estudar a privatização da Petrobrás como forma de o PFL contribuir com o governo que se iniciava, o de Fernando Henrique Cardoso.

Como primeiro passo do marketing de privatização da Petrobrás, os cérebros que cercavam Fernando Henrique iam mudar o nome da empresa para “Petrobrax”, marca evidentemente mais globalizada… O sufixo “brás” provocava comichão em Fernando Henrique, que, em entrevista à Revista Piauí, qualificou a solenidade do 7 de Setembro de “uma palhaçada” (ele deve comemorar o 4, o 9 ou o 14 de Julho, em silêncio). Leia o resto do artigo »

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Petrobras vai usar o pré-sal para fazer política industrial

Postado em 19 dAmerica/Sao_Paulo abril dAmerica/Sao_Paulo 2009

Infraestrutura: Conteúdo nacional do setor, hoje de 65%, aumentará, diz Guilherme Estrella, diretor da estatal

Por Cláudia Schüffner

A Petrobras vai incentivar a participação de empresas nacionais no negócio de petróleo no Brasil. Com o volume enorme de produção garantido nos campos da área de Tupi, na bacia de Santos, as encomendas vão ganhar escala. E o conteúdo nacional, hoje de 65%, também terá de aumentar, diz o geólogo Guilherme Estrella, diretor de Exploração e Produção da Petrobras. Ele comanda o maior orçamento - a área que “fura poço e acha petróleo”, nas palavras do ex-presidente da Câmara, Severino Cavalcanti - da estatal, com US$ 92 bilhões previstos até 2013. “O pré-sal veio dar escala para substituirmos importações”, disse Estrella ao Valor.

Ele cita como exemplo hipotético (e frisa que não é uma previsão) a construção de 50 plataformas para o pré-sal, cada uma com necessidade de consumo de 100 MW e que precisam, portanto, ter capacidade de gerar essa oferta e o fariam a partir de quatro turbinas. Nesse caso, seriam necessárias 200 turbinas para essas unidades funcionarem em alto mar, todas importadas. “Não vai ser possível recebermos, fabricada no exterior, a duocentésima turbina. É preciso fazer parcerias estratégicas com fornecedores estrangeiros para que assumam a construção no Brasil”, explica. Leia o resto do artigo »

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O valor do pré-sal

Postado em 4 dAmerica/Sao_Paulo abril dAmerica/Sao_Paulo 2009

 

 60 bilhões de barris no pré-sal (valor conservador)

US$ 100 / barril - preço médio para 30 anos (valor conservador)

= a 5 trilhões de dólares

Valor dos investimentos e demais custos e despesas, durante 30 anos, US $ 1 trilhão

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Petrobras eleva investimentos em 55%

Postado em 26 dAmerica/Sao_Paulo janeiro dAmerica/Sao_Paulo 2009

Publicado em: Gazeta Mercantil

Por: Ana Cecília Americano

Apesar da aposta do mercado de que a Petrobras fosse, no máximo, manter o mesmo nível de investimentos obtido até 2008, a empresa anunciou na sexta-feira à noite um valor surpreendente, até mesmo entre os mais otimistas: US$ 174,4 bilhões para o quinquênio 2009-2013, volume 55% superior ao anunciado para o período de 2008-2012, de US$ 112,4 bilhões. A verba equivale R$ 96,8 milhões de recursos por dia até 31 de dezembro de 2013. Um recorde na história da estatal, apesar ou, talvez, em razão da crise econômica internacional.

O plano, que teve sua divulgação adiada por quatro vezes, destina cerca de 90% dos investimentos para os empreendimentos domésticos e menos de 10% - US$ 16,8 bilhões - para projetos no exterior. “A prioridade clara e explícita neste momento é o Brasil. Não vamos crescer o investimento no exterior. Queremos otimizar nossos recursos internacionais e focá-los”, resumiu José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, no Rio de Janeiro, durante a apresentação do plano estratégico à imprensa.

A maior parte - US$ 104,6 bilhões ou 60% do total - será destinado a área de exploração e produção de óleo e gás, um aumento de 61% sobre os planos anteriores. Deste total, US$ 28 bilhões - ou R$ 65,52 bilhões - são para o pré-sal.

Refinarias a todo vapor

A mesma ousadia deu-se no que tange ao segmento de abastecimento, que inclui as atividades de refino, transporte, logística e comercialização. Neste caso, o aumento na previsão de investimentos foi de 41%, ampliando a projeção anterior de US$ 29,6 bilhões, para US$ 43,4 bilhões no quinquênio. O total é suficiente para manter na carteira projetos de refinarias e as datas de início de operação em Abreu e Lima, em Pernambuco - com ou sem a venezuelana PDVSA -, ainda em 2011; o complexo petroquímico fluminense Comperj, em 2012; e os primeiros módulos das refinarias Premium I, no Ceará, em 2013; e Premium II, em 2014, no Maranhão.

O discurso assertivo de Gabrielli vem sendo corroborado com algumas ações práticas da empresa. Na quarta-feira da semana passada a Petrobras inaugurou o Centro de Integração do Comperj, com a presença do seu diretor de abastecimento, Paulo Roberto da Costa. A medida foi uma oportunidade de demonstrar à imprensa o status das obras da petroquímica, já em estágio de terraplanagem. Dois dias mais tarde, na sexta-feira, em Pernambuco, foi a vez de a ministra Dilma Rouseff dar pessoalmente início à segunda fase da construção da refinaria de Abreu e Lima, que prevê a construção da casa de força do complexo, o qual deverá gerar 150 megawatts (MW) para a futura unidade de refino. Leia o resto do artigo »

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Anadarko prevê investir mais US$ 100 milhões

Postado em 26 dAmerica/Sao_Paulo janeiro dAmerica/Sao_Paulo 2009

Publicado em: Valor Econômico
Por: Cláudia Schüffner

O pré-sal brasileiro não tem trazido alegrias apenas para a Petrobras e seus sócios no pólo de Tupi, na bacia de Santos. O executivo James Hackett, presidente-executivo e do conselho de administração da Anadarko Petroleum, vê com satisfação as perspectivas da companhia no Brasil. Sozinha ou com parceiros, a empresa dirigida por Hackett tem sete blocos no pré-sal das bacias de Campos e Espírito Santo, com potencial de abrigar um bilhão de barris de petróleo. Nada mal para uma companhia que fechou 2007 com reservas confirmadas de 2,4 bilhões de barris de petróleo e gás.

“Estamos muito animados sobre o nosso futuro aqui, temos cinco a seis poços exploratórios a serem perfurados em sete blocos”, disse na sexta-feira, quando recebeu o Valor na sede da empresa no Rio. Em 2008, a Anadarko, uma das grandes companhias “independentes” de petróleo recebeu da StatoilHydro US$ 1,4 bilhão em receitas líquidas pós-impostos por sua fatia de 50% no campo de Peregrino, na bacia de Campos. A venda afetou os planos de ampliação do quadro de pessoal que estavam em curso e contribuiu para a volta, em breve, do ex-presidente no país, Kurt McCaslin, para os EUA. Ele dá lugar a Roberto Abib, que assumiu o cargo semana passada.

O dinheiro será investido em projetos de águas profundas em Gana, na África, e no golfo do México. Para o Brasil, estão previstos US$ 100 milhões em 2009, mesmo valor investido em 2008, elevando para meio bilhão de dólares os desembolsos da companhia no país em 10 anos. Claudio de Araújo, diretor executivo da Anadarko, ressalta que esse valor não inclui os custos de deslocamento da sonda de perfuração Deepwater Millenium para a costa brasileira. Hackett diz que não se trata de transferência de dinheiro mas uma operação normal na indústria.

“Temos ciclos, colocamos dinheiro e tiramos. No caso do Brasil mesmo que quiséssemos investir US$ 1,4 bilhão aqui não poderíamos. Não temos onde aplicar esse dinheiro pois não temos áreas novas. Ainda precisamos explorar as áreas que temos, perfurar poços que estão em águas profundas e as sondas para esse tipo de atividade são uma dificuldade. O dinheiro que vai para Gana e EUA vai voltar para a empresa e vamos trazê-lo de volta quando começarmos a desenvolver a produção de nossas reservas. À medida que surgirem oportunidades, dinheiro não será problema”, diz Hackett. A Anadarko tem pouco mais de US$ 5 bilhões em caixa. Leia o resto do artigo »

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